| Crítica


Luta ka kaba inda¹. Notas sobre a retrospectiva de Sarah Maldoror no Brasil

maio de 2026

Edição: 22


Entre 19 de fevereiro e 24 de março, a mostra O cinema anticolonial de Sarah Maldoror fez circular a maior retrospectiva da realizadora afro-francesa no Brasil, pelas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. As salas de cinema do Centro Cultural Banco do Brasil das três grandes capitais abrigaram projeções, ricos debates, cursos e performances, como a leitura, por Safira Moreira, do roteiro de um filme de Sarah jamais filmado: As garotinhas e a morte. Nascida em 1929, filha de pai guadalupense e mãe francesa, companheira do intelectual e militante angolano Mário Pinto de Andrade, Sarah Maldoror ocupa um lugar fundamental na história do cinema anticolonial e da diáspora africana. O que sua retrospectiva vem oferecer ao Brasil, neste início de 2026?

Na tela, o cansaço: panorama em dimensões variáveis

março de 2021

Edição: 22


Onde o sabor de aventura na viagem até às cidades dos festivais? Onde o cheiro das salas escuras, pescoços alongados para ver melhor o grande écran? Onde as festinhas com espectadores e realizadores enfim juntos no mesmo plano?

QUEIMEM OS POETAS MALDITOS!

junho de 2018

Edição: 20


Não é porque você se tornou artista que isso te eximirá de ser um completo idiota. Ser artista não te salva de nada: nem das agruras da vida, nem da timidez, nem da falta de consistência política, nem da burrice, nem da canalhice.

O Cinema Sádico de Alexandre Guena

março de 2018

Edição: 19


Tem gente que recebe Deus quando filma, tem gente que filma procurando Deus. Em trocadilho com o que diz o cancioneiro popular, tomo o dito por empréstimo para me ater a uma premissa teológica que creio ser a mais adequada para acomodar o trabalho cinematográfico de Alexandre Guena.

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